achei meu presente deveras impessoal. primeiro porque não o escolhi (apesar de nunca tê-lo feito antes) e segundo porque, bem, porque faltou algum toque meu.
decidi então tentar escrever, em poucas palavras, algo que teimo em jamais dizer e que, em meu âmago, provavelmente sinto, só não demonstro com a firmeza necessária.
primeiramente, feliz dia dos pais; e não digo, como você me disse já ter ouvido hoje 'feliz dia dos pais de verdade', porque acho completamente desnecessário desmerecer-lhe o dia como o meu querido irmão já o fez. todavia, não resisto em dar-lhe um feliz dia dos bons pais, já que bons pais são aqueles que fazem o possível dentro de suas limitações pessoais.
desavenças a parte, iniciei esse texto para que pudesse enaltecer suas qualidades, que são muitas. você foi e ainda é, sem dúvidas, um grande influenciador da minha personalidade: sua memória me remete à honestidade, verdade e segurança, virtudes que tento adaptar ao meu cotidiano.
é uma pessoa que mesmo em sua frieza consegue cativar, consegue se mostrar presente e por isso, peço-lhe desculpas pelas ligações não feitas ou pelas palavras não ditas, a verdade é que não sei, simplesmente, como dizer-lhe isso. por último, desejo-lhe ao menos um terço da felicidade que você tanto me deseja ('seja feliz, menina').
obrigada por tudo, e não, não sou completamente mal agradecida.
sinceramente, gosto muito de você.
14-08-2011 ; 14:30
