terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

15/12/2008 , o fim.

Hoje não redijo nada novo, apenas copio um texto antigo há muito esquecido. Não sei ao certo o porquê, o fato é que sempre quis postá-lo, mas decidi fechar esse ciclo hoje. É bem verdade que não há borracha para a vida, momentos sempre deixam marcas. Entretanto, mesmo já estando livre de tudo isso há algum tempo, ainda quis reler esse texto uma última vez.
A quem interessar possa, esse texto foi enviado por e-mail, e a resposta foi um outro que explicava que eu não merecia perdão. Dessa forma, acabou e eu nem me lembro mais o motivo.





Me desculpe,

Você veio... com os olhos vidrados...o sorriso dos últimos logros ainda no rosto, os bolsos cheios de balas de chita, um ar doce, ainda malcriado.
                Você veio... para alegrar meus dias, para fazer com que minhas noites fossem cor de mel. Chegou de cabelo despenteado, loiro, de rosto iluminado, o Sol resplandecendo a beleza e renegando a tristeza... que eu fiz brotar... Me fez rir quando tinha me esquecido, me fez esperar pelo dia de amanhã...
Senti na pele tua alegria inconfundível, tua calma, teu pensar... Despenteei mais teus cabelos, surrei tuas roupas, vi filmes que jamais esperaria... Depois disso, nunca me entendi, não mais me iludi, meu sorriso não vacilou... Fui obrigada a me livrar dos meus suspiros, a levantar minha cabeça, a falar de amor...
Você veio, pra me ensinar como se fala, a frase que todos devíamos saber falar.
E talvez ainda, pra implicar que eu me esforce além da minha capacidade de suportar...  De novo eu peço, que me perdoe... Minha humanidade, minha mente, são passíveis de errar. Assim me despeço, sem mais nada a dizer, pois ainda amo você... E espero que um dia possa tornar me amar.

Nunca soube como escrever, minhas forças vêm só de você... mas contigo aprendi  à experimentar..Redijo aqui palavras desconexas, vindas de minha mente, do fundo do coração... Pedidos simples, pedidos de desculpas... os quais um dia ... espero ...você vai aceitar.

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