terça-feira, 22 de março de 2011

tudo questão de vaidade.

E o que estava fora do lugar finalmente volta a se arrumar.
E o que antes era noite agora vê um raio de Sol.
Finalmente, moro em mim.
Porque codinomes não mais existem, apesar de músicas continuarem presentes.

A verdade é que nem o terremoto do Japão atingiu tantos graus nessa tal escala Richter
1 ano e 3 meses de um não-ver mais que bem-querer.
Um primeiro dia em que o bem-querer sobrepuja o não-ver.
Dia 22 de março não combina com dia 21 de dezembro.

E essa tal nostalgia?
Ah, essa é sempre frequente, afinal era sempre confidente.
Ainda que não se toquem mais 'metamorfoses ambulantes' em celulares motorola que nunca funcionam direito
Estarei sempre ouvindo

Meu Dias já é outro diferente
Já está repleto de novas pessoas para socializar
Ideias novas para uma plateia errada
Categorias de messenger alteradas
E assim se esvai
Passa

Pois como já diria "a voz da razão"
Tudo na vida é passageiro
Ao que você completaria em coro com meu pai
Menos trocador e motorneiro (ou ista, como quiser).

Mais um não-fim
Um não-fim pra essa fumaça
Que sufoca e não passa.
Sem falar em últimas vezes
Confiando nas linhas tortas no destino.

Um não-fim talvez com um tom mais finalizante que os anteriores.

Um comentário:

  1. Seu mistério é completamente envolvente, por mais que voce insista em nao reconhecer.
    Muito bom, pra variar.

    ResponderExcluir