É desdito, todavia vivente.
Intrínseco, aflorado em pequenos gestos desprendidos de palavras, atos falhos da mente ou simplesmente, momentos os quais a autenticidade finalmente se mostra.
Máscaras a parte, sempre me senti diferente, profundamente instigada pelo não-fútil, pela magia da aura: o espiritual, o sobrenatural, o não-terreno sempre me influenciaram e foram essenciais na minha constituição como ser. Tento, no entanto, aceitar-me e abrir-me ao mundo, fazendo-o nem sempre tão seriamente quanto o resto das pessoas ditas normais. É brincar de viver, é viver de brincar.
Quimérico, porém, seria afirmar que me desprendi do espírito. Não. Talvez só tenha aprendido a separar momentos, a entender que o tempo não pára e que nem a saudade faz as coisas voltarem no tempo. É fatídico que a rebeldia ainda faz morada no presente, tornando tudo ainda mais complexo e mistificado; exatamente do meu jeito. Entretanto, somente agora percebo que é preciso deixar horóscopos e mandalas de lado e realmente viver, transformar planos em realidade e galgar as escadas da vida. O presente se apresenta, conhecê-lo não é questão de opção.
sempre digo que as conversas de msn sao inspiradoras. aushhuashuas otimo texto, pra variar.
ResponderExcluirnos descobrindo no msn, viva os papos-cabeças noturnos. : )
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