Mostrar-se doente nada mais é que provar-se fraco.
Todavia, não me refiro à fraqueza física, produto da má alimentação; falo em desânimo, em falta de vontade de perseverar. Neste contexto, sinto-me constantemente em desalinho, buscando o intangível, demonstrando minha constante enfermidade.
Vivo então testando fármacos, tornando pequenas coisas em razões para continuar existindo.
Estar aqui não é de forma alguma fácil, amadurecer dói, machuca e por muitas vezes prefiro me esconder sob minha bolha de resistência. Contudo, a cada nova descoberta sinto algo renovar-se; é como se minh'alma almejasse o futuro, buscasse a transformação.
Sendo assim, apesar de não compreender corretamente esse paradoxo no qual me encontro, vou aprendendo a utilizar de sua complexidade para desvendar o mundo, de forma a obter minhas respostas tão ansiadas. No entanto, o maior problema é que sei que quando finalmente as tiver, mudarei todas as perguntas outra vez.
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