Aprendi a abdicar de muito para viver...
Perdi orgulho, perdi autoconfiança, perdi auto-estima, perdi o moralismo, perdi uma penca de valores que eram extremamente aflorados no meu ser. Tampouco não me culpo, nem culpo as pessoas que me rodeiam; talvez eu tenha mesmo criado uma situação insustentável e para, teimosamente, sustentá-la, preciso pagar um preço.
Aceito mais uma vez tudo o que ouço, sem julgamentos e rupturas, sem quaisquer esclarecimentos sobre como entendo esse turbilhão. O fato é que já não me importa se é superficial ou profundo, se é verdadeiro ou falso (e olhe que consigo pensar nisso até mais que muita gente), o que importa são essas tais brechas que o presente me proporciona, me permitindo respirar em paz uma outra vez.
Se estou morbidamente errada? Que esteja; uma decisão foi irremediavelmente tomada e, da mesma forma que aprendi a pagar preços para mantê-la, também os aceitarei de bom grado em casos de decepção.
Digo apenas para ficarem tranquilos, visto que, quando estiver sofrendo, não chorarei em seus ombros (como tanto me relembram); guardarei mais uma vez meu sofrimento para mim, sem reclamar que não me avisaram. Ao menos, poderei dizer que ousei andar com minhas próprias pernas.
“A árvore quando está sendo cortada, observa com tristeza que o cabo do machado é de madeira.”

Você escreveee tão beeem !
ResponderExcluirParaabéns siister! (:
adoroo o seu blog !
Desculpe se vc me char intrometido, mais pq vc naum divulga esse seu blog aki no brejo?
ResponderExcluircoloca o link no teu orkut, essas coisas assim,