E a plenitude, onde está? Inatingível, talvez. Sempre há um hemisfério em desacordo, um descompasso de emoções, um olhar que não brilha mais. E então descobrimos que sempre foi tudo uma ilusão, princípio de um gostar que nasceu da hipocrisia, simulação de um bem querer frágil, facilmente mutável, apagável.
“O problema é que a gente vai se apegando aos pouquinhos, e quando vemos já nos apegamos até demais.”
E então? Como fazer?
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