Você, luz na escuridão. Mas não Sol derradeiro, infinito; faísca apenas, um quinto da claridade que eu poderia ter.
Não funciono, porém, com pouca claridade e perdi minhas lentes mais uma vez. Penso em tentar me aproximar de você, entretanto não me movo, esperando que escureça de novo.
Surpreendo-me quando vejo que o ponto cresce, me buscando, vindo ao meu encontro. Será o fim dessa noite permanente? Creio que não, mas por ora basta avaliar a proximidade do ponto, dia-a-dia, e torcer para que ele se torne ao menos uma fonte maior de calor, uma forma segura de enxergar a saída. Não obstante, só imploro para que não me cegue com a luz e deixe de enxergar meus novos caminhos, voltando a viver nessa maldita escuridão.
Tic tac tic tac.
Gosteeeeeeeeeeei (:
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