Foi-se, passou de repente; sumiu aquela dorzinha que no fundo gostava de sentir.
Porque senti-la era a certeza da normalidade, a iminência de poder sentir, de ser capaz de se importar. E agora, o que faria? Valeria a pena tornar a recriar outra história? Para ter de reviver todas as alegrias e, principalmente todas as incertezas.
Temia que a resposta fosse não, que houvesse se tornado pedra, fria. Agora, caberia a ela a missão de se conhecer, já que o sofrimento havia transformado-a profundamente. E assim, via-se invariavelmente só, com o peso do mundo sobre as costas.
em 15/09/11, aula de Química.
em 15/09/11, aula de Química.
Escrevee tão beem ! eu amoo os seus textos ! *-*
ResponderExcluirSão todos espelhos pra mim !
parabéns, Gaby.